Garrido admite que há reajuste no soldo do cabo, do soldado e do cadete

<p>A proposta de reforma dos militares prevê aumento salarial para cabos, soldados e cadetes, postos que estão na base das carreiras das Forças Armadas, admitiu o assessor especial do Ministério da Defesa, general Eduardo Garrido. Nos últimos dias, diversos integrantes do governo asseguraram que não haveria aumento dos soldos dos militares.</p><p>Garrido justificou que o reajuste é necessário porque essas classes de militares não recolhiam contribuição previdenciária e passarão a pagar a alíquota de 10,5%. Esse recolhimento levaria o salário líquido dessas categorias da base a ficar abaixo do salário mínimo.</p><p>Questionado sobre a lógica aplicada no setor privado, em que o trabalhador que recolhe para o INSS ganha uma remuneração líquida abaixo do mínimo após contribuir à Previdência, o secretário de Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, limitou-se a dizer que a proposta de reforma prevê a redução da alíquota para esses brasileiros de 8% para 7,5%.</p><p>”A preocupação em privilegiar quem ganha menos foi para todos, reduzimos alíquota do INSS”, disse Rolim, dizendo que quem ganha menos pagará menos.</p><p>Garrido afirmou ainda que prefere não falar em “aumento salarial” ao comentar os adicionais que serão recebidos pela carreira. “É reestruturação da carreira”, afirmou.</p><p>O diretor de finanças da Marinha, contra-almirante Hugo Nogueira, afirmou ainda que não foi criado o posto de sargento-mor, mas que, se os estudos apontarem essa necessidade, a categoria será criada.</p><!– contentFrom:cms –>
Fonte: Diário Catarinense