Goleiro da Chapecoense revela segredo da vitória nos pênaltis

Goleiro da Chapecoense revela segredo da vitória nos pênaltis
<p>O soco na trave antes das cobranças de pênaltis já uma tradição do goleiro Jandrei, um dos responsáveis pela vitória da <strong>Chapecoense </strong> por 4 a 3 nos tiros livres contra o Atlético-MG, após empate sem gols no tempo normal, na noite desta quarta-feira, na Arena Condá.</p><p>- Sempre faço isso antes dos jogos, depois do intervalo, faço uma oração e peço proteção. Deu certo porque peguei uma cobrança e a outra foi para fora – lembrou, sobre os chutes de Ricardo Oliveira e Roger Guedes, respectivamente.</p><p>Mas o goleiro não ficou com o mérito só para si. Ele disse que ajudou muito o trabalho realizado fora de campo.</p><p>- A gente trabalhou em cima do que foi estudado pelos nossos analistas, da forma como cobravam e antes das cobranças a gente ainda deu uma revisada – lembrou.</p><p>Gilson Kleina disse que até falou algo em particular para o goleiro, mas nem Jandrei, nem o treinador, quiseram revelar o que foi. O goleiro disse que foi especial ter vencido o goleiro Victor, que na classificação diante do Figueirense na fase anterior pegou dois pênaltis, de Jorge Henrique e Diego Renan, e que também foi pegou três penalidades no título da Libertadores do Atlético, em 2013.</p><p>- O Ricardo Oliveira é um jogador excelente e começar defendendo a cobrança deu confiança para o Wellington Paulista fazer a cobrança, e o Victor é um dos grandes goleiros da história do futebol e fico feliz por ter saído vitorioso – declarou.</p><p>Essa vitória foi ainda mais especial porque veio logo após o goleiro ter falhado no jogo de domingo, contra o Flamengo. Jandrei reconheceu que errou na jogada e que a classificação é uma redenção para ele e para o grupo, que chegou a ficar sete jogos sem vencer e agora está há seis sem perder.</p><p>Com essa classificação histórica, pois é a primeira vez que a Chapecoense chega nas quartas-de-final da Copa do Brasil, o goleiro espera ter subido mais um degrau na galeria dos grandes goleiros do clube, como Nivaldo e Danilo.</p><p>- Estou feliz por isso mas para virar um ídolo num clube é demorado, não é só uma partida, mas me identifico com o clube e estou em busca disso – declarou. </p><p><strong>Leia mais notícias sobre a </strong> <strong>Chapecoense no DC</strong> </p><!– contentFrom:cms –>
Fonte: Diário Catarinense